Associação Brasileira de Brangus
Login:   Senha:  
  história
  diretoria
  sócios
  técnicos
  interatividade
  transparência
  fale conosco
  comunicados
  rank
  catálogo
  genealogia
  trocar a senha
  denúncias
             reclamações
  artigos técnicos
  Revista Brangus
  clima
  eventos
  notícias Brangus
  notícias RSS
  download
  fotos
  vídeos


Matéria atualizada 20/06/2018

O boi verde do Brasil

MENOS POLUENTE. Diferentemente da pecuária europeia e norte-americana, que mantém animais em
confinamento, aqui a boiada é criada em pastos, alimentada por capim, que absorve emissões de carbono

O Boi Verde não é uma mutação genética, muito menos fruto da arte em aquarela dos pintores do campo. A expressão Boi Verde nada mais é do que a denominação que se dá aos animais criados a pasto, ao natural, comendo o que mais gostam, que é uma macia e suculenta touceira de capim. E este é o boi brasileiro.

A pecuária europeia e a norte-americana receberam críticas consideráveis por parte dos ambientalistas porque seus animais são mantidos ora estabulados, ora contidos em áreas de confinamento onde essa concentração de indivíduos proporciona um grande volume de emissões de gases de efeito estufa.

Os brasileiros, criativos como sempre, aproveitaram essa informação para criar instrumentos que levam a uma pecuária cada vez mais amigável ao meio ambiente.

Os pesquisadores começaram a medir as emissões de gases de efeito estufa da boiada e, também o tal do Carbono, que provoca o aquecimento global produzido por esse gado. Pois não é que comprovaram que a pecuária brasileira é ainda mais verde do que se pensava? A lógica é simples: o tal do CO2, ou gás carbônico equivalente produzido pelos bois está na atmosfera, o capim em crescimento é um grande absorvedor desse Carbono. É como se fosse um muro em construção, só que as fibras vegetais em desenvolvimento usam Carbono no lugar de tijolos.

Quando o boi colhe a touceira de capim, ela volta a crescer e absorve Carbono. Existem espécies de capim nos pastos brasileiros que na época das chuvas, em períodos de dias mais longos, mais luminosidade, chegam a crescer entre 8 a 10 centímetros por dia. Isso mesmo, uma estirada de crescimento diário impensável para os juros da sua aplicação bancária.

No final a conta pode ficar assim: o tanto de gases que uma boiada emite é absorvida pelo pasto e ainda fica com um saldo positivo no tal do balanço do Carbono. Um pasto bem formado tem capacidade para retirar da atmosfera até quatro vezes o volume lançado. Isso faz da nossa pecuária uma grande aliada ao meio ambiente e fonte de riquezas e geração de empregos para toda a nação.

Por Tobias Ferraz


Mais Notícias
ABS contrata touro Red Brangus Bi-Grande Campeão da Expointer
Gango foi criado na Estância São Rafael, no Rio Grande do Sul, e destaca-se pela combinação de cobertura de carne e agilidade
Comercialização de reprodutores na receita da propriedade
Investimento em genética eficiente e melhoradora é fator determinante para a viabilidade da produção de touros
Raça Brangus expande no mercado nacional
Grande parte busca utilização para inseminação artificial devido às características
Faltam insumos para exame de tuberculose em bovinos
Mapa faculta a exigência do teste para trânsito e eventos até que situação seja normalizada
 
 
Redes Sociais :
Rua Piratininga, 908 Jardim dos Estados
Campo Grande, MS - CEP: 79020-240 - Fone: (67) 3321-1316
developed by