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Matéria atualizada 31/07/2018

Raça Brangus expande no mercado nacional

Grande parte busca utilização para inseminação artificial devido às características

Um cruzamento das raças Angus e Nelore, o Brangus possui um rebanho no Brasil em constante evolução. Mesmo com as subnotificações devido à falta de registro por parte dos pecuaristas, os pesquisadores apontam o aumento principalmente nas regiões norte e sul do País.

Esse crescimento vem de um trabalho que vem sendo desenvolvido há anos. Os primeiros experimentos para formação do Brangus começaram no ano de 1946, no sul do País. A maior parte do rebanho Brangus registrado ainda está no Rio Grande do Sul, porém, a raça é vista desde o extremo sul até o extremo norte do Brasil.

“A maior parte dos animais Brangus está nos rebanhos de produtores comerciais, que são a grande maioria no País, e somente as cabanhas especializadas em produzir animais com genética superior é que costumam registrá-los nas suas respectivas associações”, detalha o cientista que também preside o Conselho Técnico da ABB, Joal Brazzale Leal.

Os pecuaristas que utilizam a raça buscam obter maiores ganhos nas características mais desejáveis pelo mercado e pelos consumidores. Esse crescimento também pode ser percebido pelo fato do Angus ter se tornado a principal raça de corte usada para inseminação artificial no País, predominando ao menos 14 Estados, segundo os dados da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia).

“Estive no Texas (EUA) e vi que o Brangus vem crescendo muito lá. É uma forma de ter um sangue Angus, que é a melhor raça para carne, em função de maciez, marmoreio, sabor e suculência. Do Paraná para cima, sem ser por intermédio da monta natural, a única forma de termos isso é com o Brangus”, conta vice-presidente da ABB, Carlos Eduardo Ribeiro.

Toda essa expansão também tem ocasionado uma maior receita ao mercado pecuarista. De acordo com Leal, o Brangus gera centenas de milhões de reais. “Por ano, são vendidos cerca de dois mil touros da raça de, em média, R$ 8 mil cada, o que dá R$ 16 milhões. As fêmeas, vendidas a R$ 3 mil por cabeça, são cerca de cinco mil, o que dá R$ 15 milhões. Isso sem mencionar as incontáveis vendas particulares. Há ainda que se adicionar à conta o processo do abate, do qual não se tem controle exato, mas se estima em algumas centenas de milhões de reais”, aponta.

A exportação também cresceu, segundo os dados da Asbia o aumento foi de 98,8% no comparativo entre 2013 e 2014. A produção de sêmen total de Brangus (pelagem preta) aumentou 32,5%, com um total de 99.004, e o Red Brangus (pelagem vermelha) aumentou 166,6%, com total de 61.114 doses produzidas.

Fonte: Gazeta do Povo, adaptado pela equipe feed&food.


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